
Independente de qualquer força que pretenda se contrapor ao livre desenrolar do processo está nascendo uma nova instituição educacional. Nova, sob qualquer aspecto a ser considerado, representa a superação da escola ainda dominante em nosso tempo. O movimento que lhe é imanente deve ser saudado como encorajador, pois, além de subverter a velha organização do trabalho didático, pela incorporação de novos recursos tecnológicos, pressiona a instituição escolar a assumir, novas e significativas funções sociais que a sociedade vem lhe impondo.
Enfatizando, essa instituição educacional emergente não agrega, simplesmente, novos instrumentos aos recursos didáticos da superada escola que conhecemos nem se restringe à formação intelectual. Mas, para exercer o trabalho didático, agora sob uma forma contemporânea, e as funções sociais reclamadas pelo novo tempo, necessita apoiar-se em soluções originais, que mudam todas as referências para a formação de cidadãos e de profissionais especializados e exigem a formulação de novas concepções de espaço educacional e de arquitetura educacional.
O foco de toda essa discussão reside em provocar os educadores a refletirem sobre seu trabalho docente que, mesmo num cenário de adversidades, necessita de formação continuada, permitindo que os conhecimentos da sua disciplina sejam significativos para a formação de sujeitos críticos e empoderados. Dessa forma, nossos alunos terão muito mais do que um diploma, mas sim, o acesso a um conjunto de saberes que efetivamente os prepare para os dilemas e desafios da sociedade contemporânea.
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