terça-feira, 2 de novembro de 2010

Didatização: Um Caminho Criativo Para A Competência Docente no Ensino de Língua Portuguesa

Ainda hoje vários críticos do livro didático e das atividades didáticas censuram a didatização. É notável também, perceber que muitos consideram que a competência profissional do professor está mais no seu enfrentamento da realidade (condições de estudo, de preparação de aulas, de salário, de sala de aula, de trabalho em grupo, de alunado, etc.) do que na sua experiência e bagagem de conhecimento.
As condições de trabalho e a desvalorização social da profissão de professor, de fato, prejudicam a construção da identidade dos futuros professores com a profissão e de um quadro de referência teórico-prático que defina os conteúdos e as competências que caracterizam o ser professor. (LIBANEO, 2004, p. 73)
Sem tempo e sem leituras significativas, o professor acaba sendo um tarefeiro, cumprindo as orientações dos manuais dos livros didáticos, ou um malabarista, inventando acrobacias para ter bons resultados em suas aulas. A atividade de ensino-aprendizagem de Língua Portuguesa é complexa e sujeita a muitas contingências: os conhecimentos que a experiência nos traz estão caindo numa brecha e os novos rumos estão ainda pouco claros para a nossa ação imediata.
Pretende-se com este trabalho, promover uma discussão sobre um procedimento didático-pedagógico cujas intenções sejam as de encontrar um caminho mais apropriado para o processo de ensinar-aprender a Língua Portuguesa, onde se crie condições que nos permitam avaliar e entender a singularidade das pessoas e situações. Situações estas tão diversas que os pilares do conhecimento profissional quase ficam no campo do inalcançável.
Nesse sentido Libâneo (2004) discorre sobre a os cursos de formação inicial que têm um papel muito importante na construção dos conhecimentos, atitudes e convicções dos futuros professores. Libâneo ainda diz que não se deve ficar apenas na formação inicial e sim seguir um curso de formação continuada, que poderá propiciar ao profissional professor a consolidação de sua identidade profissional.
A formação continuada é uma maneira diferente de ver a capacitação profissional de professores. Ela visa ao desenvolvimento pessoal e profissional mediante práticas de envolvimento dos professores na organização da escola, na organização e articulação do currículo, nas atividades de assistência pedagógico-didática junto com a coordenação pedagógica, nas reuniões pedagógicas, nos conselhos de classe etc. O professor deixa de estar apenas cumprindo a rotina e executando tarefas, sem tempo de refletir e avaliar o que faz. Ainda tem sido muito comum nas Secretarias de Educação promover a capacitação dos professores por meio de cursos de treinamento ou de reciclagem, de grandes conferências para um grande número de pessoas. Nesses cursos são passadas propostas para serem executadas ou os conferencistas dizem o que os professores devem fazer. O professor não é instigado a ganhar autonomia profissional, a refletir sobre sua prática, a investigar e construir teorias sobre seu trabalho. (LIBANEO, 2004, p. 75)
Este trabalho justifica-se pelo fato de ser o curso de Letras uma das esferas na qual se forma professores. É necessário que o professor adquira competências de educação e de conteúdos específicos em sua área. Nesse contexto surge a idéia da didatização, como ato de tornar qualquer material do mundo circundante em objeto auxiliar para o processo de ensino-aprendizagem de uma dada língua. No entanto é preciso observar como se dá esse ato de didatização.
Sabe-se, que geralmente os objetivos da escola nem sempre são bem atingidos, os conteúdos parecem diluir-se e evaporar-se após os estudos, a escola é um lugar de fato pouco valorizado pelos governos, pelas famílias e pelos alunos. Dessa forma, o professor fica responsável por ser sujeito de uma mudança nesse quadro.
No bojo da discussão das mudanças desejadas/prescritas para o trabalho com a língua, vemos que a “cadeia de transposição didática” implicada envolve diferentes profissionais com competências distintas. Dentro da instituição escolar, a colocação em prática dos princípios idealizados e prescritos por outras esferas é, porém, atribuída prioritariamente ao professor. Cabe então refletir sobre o que isto significa, hoje.
Cremos que precisamos estar bastante conscientes de que as mudanças no modo como passamos a conceber a linguagem e o trabalho pedagógico na área de língua impõem um alto nível de exigência para o profissional professor. De um rol de conteúdos isolados, aprendidos pela repetição e memorização (Batista, 1997) o que passamos a exigir do professor é que ensine “práticas variadas de produção e compreensão de gêneros orais e escritos”, tal como se dão no espaço extra-escolar. E que aquele mestre promova situações de “análise e reflexão sobre a língua estudada” no lugar das antigas lições de gramática sugeridas pelos livros didáticos.
É evidente que a nova prescrição implica uma profunda complexificação da tarefa de ensino.
Diferentes pesquisas realizadas, no Brasil, atestam que a maioria dos docentes, principalmente do ensino fundamental, consomem, em seu cotidiano, poucos livros e outros produtos culturais - cinema, teatro, etc.– (cf. Setton, 1993, Gatti, 1994).
A competência de um profissional sofre um processo de aprendizagem. Como o professor aprendeu a dar aula? Seu inicio deu-se no ato de ter sido aluno – observou, viveu experiências, avaliou, etc. Depois, em um curso de formação de professores teve estudos específicos sobre educação, conteúdos específicos da área e sobre didática – e novamente pode observar como seus professores ensinavam.
Com essa ‘experiência’ o aluno começa a dar aula. No entanto, percebe-se que a realidade exige mais conhecimento. Diante desse desafio, alguns param no próprio estado de inércia, seguindo um manual didático em conformidade com a situação, e até mesmo acomodado. Outros alunos-professores buscam sua realização profissional, no que diz respeito a um eficiente ensino da Língua Portuguesa, procurando competência em novos estudos e pesquisas, aprimorando seus conhecimentos muitas vezes numa atitude criativa. Nesse sentido, a criatividade soa como uma das condições básicas para boa didatização. Os projetos de ensino se estruturam numa linha geral (projeto do município, projeto da escola) e em linhas particulares (plano de curso da disciplina, projetos mensais ou de ensino, plano de umidade, plano de aula, etc.) todos esses itens concorrem para o grande objetivo: formar o cidadão.
 ... o objetivo central da educação é despertar em cada um a consciência de si mesmo como pessoa humana. (...) um processo que faz de cada cidadão um ser responsável e consciente, que tem capacidade de ser e tem o grau de compreensão necessário para permitir que o outro também seja. (WENZEL, 1992 p. 11)
As diversas disciplinas, por estudos bem específicos, têm objetivos próprios – não deixando de lado o fato de pertencerem ao processo educativo. Essa visão de conjunto é fundamental, visto que ‘o que fazer’ com o material a ser didatizado deve estar dentro desse processo e contribuir para a sua realização.
Ao longo dos anos, pesquisadores têm mostrado várias falhas nas coleções seriadas adotadas nas escolas. Segundo Chiappini (1997), os manuais didáticos apresentam dissociação entre discurso de apresentação e prática do livro didático; falta de coesão interna (na unidade, entre as unidades, entre um volume e outro); estruturas repetitivas nas unidades; auto-suficientes, não incitam a consulta a outros materiais; textos adaptados, facilitadores; abordagem textual marcada pela mesmice.
O que ocorre é que o uso do livro didático representa a totalidade do ensino, e a aula acaba girando em torno do que ele diz. Nessa perspectiva, o professor é apenas um executor de tarefas.
Como afirma Britto (1997):
A questão central, entretanto, está, mais do que no tratamento ideológico dos temas selecionados, na relação que se estabeleceu entre o livro didático e a pratica pedagógica, relação esta que interfere intensamente no estabelecimento de conteúdos e programas, nas práticas de ensino e na própria dinâmica do cotidiano escolar. (BRITTO, 1997, p. 252)
Atualmente dispomos de livros e revistas especializadas (da área, de informações, de formação, de literatura), além de várias opções que a tecnologia nos oferece (dentre estas, está a internet) que apresentam conteúdos criativos e diversificados. No entanto, não se pode tê-los como única fonte de apoio. Dessa forma, deve-se reconhecer tais materiais como ‘norteadores’, porém o caminho é o professor que deve fazer.
Alguns professores ainda se sentem inseguros e sem competência para conduzir o processo de ensino-aprendizagem da Língua Portuguesa sem o livro didático. Contudo, se os mesmos não buscarem uma alternativa, estão fadados a serem sempre ‘tarefeiros’.
Podemos notar que mesmo atualmente - quando há toda uma literatura que fundamenta a prática de ensino da língua como um processo de interlocução-, ainda pode ser observado em muitas escolas um ensino de língua fragmentado. Dessa maneira, os professores teriam dificuldades em desempenhar de outra forma o papel de formadores de alunos leitores e produtores de textos, que deveriam ver a leitura como um meio de aquisição de práticas letradas.
É claro que, em todos os segmentos e modalidades da educação básica, vemos que as resistências à renovação didática manifestam-se de modo mais marcante no que diz respeito ao como ensinar os antigos conteúdos gramaticais, hoje reconceitualizados como "análise lingüística” ou “análise e reflexão sobre a língua”, ou “conhecimentos lingüísticos”.
Nesse sentido, parece evidente a dificuldade da escola e de seus profissionais em transformar suas práticas docentes, de modo a propiciar aos aprendizes um enfoque da língua enquanto objeto de conhecimento, de modo que a análise dos aspectos ligados à “normatividade” apareça vinculada a situações de fato contextualizadas de produção discursiva.
Acredita-se que aos poucos, mesmo com o livro didático, o professor irá aprendendo a didatizar, e ainda, com a ajuda de leituras, troca de experiências com colegas da área, no exercício de arriscar, acertar e errar, o professor conseguirá desenvolver sua competência.
Em suma, apenas aquele professor que busca material próprio e o faz passar por um processo de didatização é capaz de tornar-se competente. A cada estágio de didatização o profissional aprende mais, torna-se autoridade no que faz, e isso com competência.

A transformação das práticas de ensino da língua portuguesa merece, a nosso ver, uma atenção maior por parte dos que fazem e discutem as políticas de formação/atuação dos profissionais envolvidos nesse segmento de escolarização. Parece-nos inegável a complexificação daquela tarefa docente, em função das reconceituações sobre linguagem e seu ensino que vivemos nos últimos anos.
Por um lado, as expectativas sociais em torno da ação docente tornaram-se muito mais exigentes: pensamos numa escola que queira letrar e não apenas alfabetizar pessoas. Por outro lado, este letramento pressupõe não apenas desenvolver em sala de aula debates orais que permitam a expressão do educando, sua conscientização sobre processos sociais, etc. Numa perspectiva de letramento, a leitura do mundo passaria, necessariamente, pela ampliação do repertório de gêneros textuais escritos e práticas letradas que o aprendiz domina. Para isto, conseqüentemente, não bastaria ao professor de língua portuguesa “dar a palavra” ao aluno.
Espero que esta pesquisa possa proporcionar benefícios teóricos e práticos para os cursos de formação de professores especificamente do curso de Letras e para que se repense as técnicas de ensino de Língua Portuguesa usadas pelos mesmos.
Objetiva-se que este estudo cause impacto positivo, gerando reflexão sobre a responsabilidade do professor em relação a sua própria história profissional.

REFERÊNCIAS

BATISTA, A.A.G. Aulas de Português. São Paulo: Martins Fontes, 1997.

BRASIL. Ministério da Educação. Definição de critérios para avaliação dos livros didáticos. Brasília, 1994.

BRITTO, L.P. L. A sombra do caos: ensino de língua x tradição gramatical. Campinas : ALB/ML, 1997.

CHIAPPINI, L. (Cood.). Aprender e ensinar com textos. São Paulo : Cortez, 1997. v. 2.

GATTI, B. et al. “Características de professores(as) do 1º grau no Brasil: perfil e
expectativas”. Educação e Realidade, 48:37-59, 1994

LIBÂNEO. J. C. Organização e Gestão da Escola: Teoria e Prática. Goiânia : Alternativa, 2004.

SETTON, M.G. “Professor: variações sobre o gosto de uma classe”. Educação e
Sociedade, 47:73-96, 1994

WENZEL, M. L. Educação, diálogo e cidadania como instrumento para a paz. Cadernos Pedagógicos e Culturais. Niterói, p. 11, 1992.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Projeto de Pesquisa

Etapas de elaboração


1.      DELIMITAÇÃO DO TEMA: escolha sobre o que versará o trabalho
-         Requer clareza a respeito do campo do  conhecimento a que pertence o assunto;
-         Deve determinar o lugar que ocupa  no  tempo e no espaço. 

2.      JUSTIFICATIVA: Menciona-se a pretensão  do trabalho e seu valor nos seguintes aspectos:
-         RELEVÂNCIA CIENTÍFICA: O que essa pesquisa pode acrescentar à ciência?
-         RELEVÂNCIA SOCIAL: Que benefício pode trazer à comunidade?
-         INTERESSE: O que levou à escolha do tema?
-         VIABILIDADE: Quais as possibilidades concretas  desta pesquisa?

3.      DELIMITAÇÃO E ENUNCIADO DO PROBLEMA:
-         Situá-lo no tempo e no espaço, localizando as fontes de origem;
-         O problema deve ser formulado de forma interrogativa;
-         O problema deve ser claro e preciso.;
-         O problema deve ser delimitado a uma dimensão viável      

4.      FORMULAÇÃO DE HIPÓTESE:
-         Idéia geral a ser comprovada no decorrer da pesquisa;
-         São respostas provisórias, anteriores à  pesquisa
-         Deve ser fundada em conhecimento prévio;
-         Deve ser verificável;
-         É formulada por uma afirmação;  

5.      ELABORAÇÃO DOS OBJETIVOS: Os objetivos representam o ponto de chegada em relação ao teste da hipótese e indicam o que é pretendido com o desenvolvimento da pesquisa.
-         Objetivo geral: significa traçar as principais metas que nortearão a pesquisa;
-         Objetivos específicos: cada objetivo específico atinge um ponto de vista do tema, um ângulo a ser pesquisado.   

6.      DEFINIÇÃO DA METODOLOGIA: Representa a descrição formal dos métodos e técnicas a serem utilizados na pesquisa. Define os seguintes aspectos:
-         O caminho a ser percorrido: métodos de abordagem e método de procedimentos;
-         Os instrumentos de pesquisa a serem utilizados;
-         Delimitação do universo da pesquisa;
-         Delimitação e seleção da amostra

7.      REFERÊNCIAS TEÓRICAS:
-         Exige capacidade de elaboração própria e espírito crítico;
-         Contribui com informações inovadoras , acrescentando algo novo ao conhecimento já existente;
-         Requer um levantamento bibliográfico cuidadoso, para analisar as contribuições já expressas acerca do assunto, capazes de esclarecer o fenômeno investigado.

8.      CRONOGRAMA:
-         É a previsão do ritmo de desenvolvimento da pesquisa, esclarecendo acerca do tempo necessário para cada uma das fases

9.      PREVISÃO DE RECURSOS:
-         Levantar e arrolar  os recursos materiais e humanos  indicando a proveniência dos mesmos

ESTRUTURA DO TRABALHO CIENTÍFICO E ACADÊMICO

PRIMEIRA PARTE - APRESENTAÇÃO


Capa (obrigatório) 

Folha de rosto (obrigatório)
Errata (opcional) 
Dedicatória (opcional)
Agradecimentos (opcional)
Epígrafe (opcional)
Resumo em língua vernácula (obrigatório)
Resumo em língua estrangeira (obrigatório)
Sumário (obrigatório)
Lista de ilustrações (opcional)
Lista de abreviaturas e siglas (opcional)
Lista de símbolos (opcional)

PARTES QUE DEVEM CONTER OS TEXTOS DO TRABALHO

Introdução 
Objetivo Geral
Objetivo Específico
Método
Resultado
Discussão
Conclusão 

PORÇÃO PÓS TEXTUAL DO TRABALHO

Referências (obrigatório) 
Apêndice (opcional) 
Anexo (opcional)
Glossário (opcional)

O QUE É TCC?

Trabalho de Conclusão de Curso. Criado em 1983, como disciplina obrigatória no curso de Pedagogia da Universidade de Franca, logo tornou-se institucional e se estendeu a todos os cursos de graduação. Refere-se a uma dissertação científica, do cunho monográfico iniciático, que os alunos concluintes devem elaborar.

Procurou-se, por meio desta exigência, criar espaço para os estudantes iniciarem-se no campo da pesquisa, buscando ampliar os conhecimentos teóricos acumulados ao longo da graduação.

Tem como uma de suas especificidades demonstrar, através do estudo científico, o conteúdo do que foi assimilado durante o período de graduação do aluno.
Através de um tema bem estabelecido e centrado no campo de abrangência da carreira escolhida, o TCC consiste numa prática de aprofundamento, investigação, incursão em bibliografias criteriosamente selecionadas, apontamento de diretrizes e conclusões próprias, tendo como embasamento o conhecimento figurante na contemporaneidade acerca da temática eleita.
À luz dos avanços sociais, técnicos, científicos e teóricos alçados pela humanidade hodiernamente, o TCC figura como um elemento contribuinte na evolução dos sistemas educacionais do Brasil, uma vez que sua autenticidade e originalidade sejam criteriosamente respeitadas.
Obstante da consideração errônea que classifica o TCC como um trabalho de pesquisa “mais extenso”, a verdadeira concepção do Trabalho de Conclusão de Curso está ligada à profundidade de estudo e investigação do tema, sua comparação com a literatura vigente, a emissão inédita de conclusões e apontamentos que direcionam à novas descobertas e caminhos para o viés da continuidade de tais estudos por terceiros, ou novas gerações.
A execução de um TCC exige planificação pormenorizada, pesquisa aprofundada, levantamento bibliográfico, coleta de dados, desenvolvimento textual pertinente e estritamente ligado ao tema eleito. É recomendável que seja precedida por um projeto, requisito que além de efetuar a prospecção do futuro trabalho, auxilia na fragmentação e execução de suas partes, ainda que estas, como resultado final, apresentem congruência e fluidez em seqüência, refletindo em um trabalho homogêneo e consistente.
O Trabalho de Conclusão de Curso, bem como a Monografia, costuma causar apreensão e ansiedade nos estudantes, em função da normatização de sua apresentação, e das técnicas pormenorizadas para sua elaboração.
Um TCC deve tendenciosamente, para seu pleno sucesso, estar em consonância com as normas ABNT de produção científica, que primam por uma padronização com relação à redação empregada e com relação à disposição textual no papel em termos de espaçamentos, componentes pré-textuais (como capa, folha de rosto, resumo, sumário, epígrafe, dentre outros), além de outros quesitos referentes à elaboração de um trabalho acadêmico.
O TCC enquanto máxima elaboração científica em consonância direta com a obtenção do bacharelado em qualquer área do conhecimento humano, deve ser constituído e elaborado de forma minuciosa e seqüencial, centrando seu foco no tema selecionado, ainda que discorrendo brevemente acerca de assuntos circundantes a ele.
Assim como a construção de todo e qualquer trabalho científico, a confecção do TCC deve obedecer aos requisitos primordiais a fim de uma produção original e com base em renomados conhecimentos já figurantes na atualidade, para em conclusão final, apresentar de alguma forma, progressos e novas informações pertinentes ao progresso social, científico e tecnológico do País.


A forma estrutural do TCC é semelhante a da monografia, não querendo eliminar as possíveis diferenças entre os dois trabalhos científicos. O importante é frisar que todo tipo de produção científica tem por máxima finalidade impulsionar progressos tangíveis à evolução da nação, seja em nível de graduação ou pós-graduação.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

O que é ABNT?


A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o órgão responsável pela normalização técnica no Brasil, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro. Trata-se de uma entidade privada e sem fins lucrativos e de utilidade pública, fundada em 1940.
A ABNT é a única e exclusiva representante no Brasil das seguintes entidades internacionais:
E das entidades de normalização regional:
Mantenedora:

Consulta Nacional

A Consulta Nacional é uma consulta realizada inteiramente online, sem qualquer ônus, que disponibiliza a todos os segmentos da sociedade interessados no assunto a visualizar, imprimir e apresentar sugestões aos Projetos de Norma da ABNT e do Mercosul. As consultas ocorrem por prazos determinados, enquanto é possível apresentar sugestões que contribuirão para o aperfeiçoamento das Normas Brasileiras. Aquelas sugestões que se constituírem em objeções técnicas, devidamente fundamentadas, a ponto de desaconselhar a aprovação como Norma Brasileira, serão examinadas pela Comissão de Estudo, autora da ABNT, que poderá emitir uma segunda versão de projeto de norma que será posto novamente em consulta.
A finalidade de consultar os interessados é para verificar se é ou não recomendável a aprovação do Projeto como Norma Brasileira, pela Comissão de Estudo autora.
Todas as observações e objeções técnicas recebidas são analisadas pela Comissão de Estudo Autora antes que este projeto seja aprovado como Norma Brasileira e, no caso das objeções técnicas aceitas pela Comissão de Estudo autora resultarem em alterações de vulto neste Projeto, este será rejeitado, e a Comissão de Estudo autora desenvolverá um segundo Projeto para apreciação dos interessados, nas mesmas condições deste. Caso contrário, ele passará à condição de Norma Brasileira.

Ver também

Ligações externas


A DESONERAÇÃO TRIBUTÁRIA DA FOLHA DE PAGAMENTO

   A desoneração tributária da folha de pagamento (COFINS, PIS-pasep, salário-educação e CSLL) pode, por um lado, estimular a produção/renda...