quarta-feira, 10 de novembro de 2010

QUAL É?



Qual sua posição em MISSÕES? Segurando a corda? Os mantenedores e intercessores. Dando orientações? Os pastores e apóstolos. Descendo pela corda? Os missionários. Chamando outros? Os mestres e profetas. Na água? Jesus é a solução para você! Você acha que não está representado no desenho. Olhe bem! Você pode estar sob a água! Quem não trabalha, dá trabalho!
Qual sua posição na Adoração? No altar? Em santidade! Ajoelhado próximo ao altar? Em santidade! Em pé na igreja? Solte a cadeira e adore! Sentado? Levante-se e adore ao Senhor! Indiferente? O joio não adora a Deus! Você acha que não está representado no desenho? Olhe bem, você pode estar do lado de fora!!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

TRABALHO: DIGNIFICA OU DANIFICA O HOMEM

A questão do trabalho e suas implicações, como também, o estudo das relações que envolvem o capitalismo e a interferência dos aspectos social, econômico e político, interessaram especialmente ao pensamento marxista.
O complicado universo do trabalho, que se mostra como vital e ao mesmo tempo problemático, vem sendo objeto de análise de diversas áreas do conhecimento. O intuito dos pesquisadores tem sido no sentido de compreender os variados aspectos ligados a essa atividade, desde o ponto de vista do seu potencial emancipador até o da sua capacidade de envilecer o homem.
Em meados do século XIX, ao formularem suas premissas acerca das mudanças da história Karl Marx e Frederich Engels, romperam com o que chamavam de idealismo, concepção pela qual o ponto de partida de toda a história seriam as idéias ou os conceitos.
De acordo com Marx e Engels o principal representante desse pensamento idealista seria Hegel, segundo o qual o auto-desenvolvimento dos conceitos é o que determina o devir histórico. Ao romperem com essa concepção formulam o Materialismo Histórico, como um método científico de análise da história, partindo não mais das idéias, mas da realidade concreta.
A premissa de toda história dos homens é o fato da existência destes, enquanto seres vivos reais, nesta premissa funda-se o materialismo histórico. Dessa forma, os pensadores procuraram investigar quais as reais condições de existência da humanidade, para poderem explicar a realidade.
Para compreender a história Marx e Engels precisavam descobrir a essência humana, o que o tornava um ser, distinto dos demais. Nesta investigação surge uma das categorias mais importantes do materialismo histórico, sobre a qual Marx e Engels desenvolveram todo o seu conceito de homem e de sociedade: o trabalho.
            Segundo eles o homem se diferencia dos demais animais fundamentalmente pelo fato de produzirem os seus próprios meios de existência.
            Para Marx e Engels, o trabalho era a forma de mediação entre o homem e a natureza, o que o leva a relacionar-se com a natureza e interagir-se com ela no sentido de consolidar a sua própria condição de existência. É através do trabalho que o homem se constitui enquanto ser social e relaciona-se com os outros homens.
            O trabalho pode ser compreendido como o elemento fundante da vida humana, ou seja, o momento em que os homens tornam-se seres humanos. Ademais, é através do trabalho que os homens, ao mesmo tempo, transformam a natureza, seu próprio meio, e também transformam a si mesmos.
            É nesse sentido que a centralidade da categoria do trabalho, como elemento mediador da atividade humana com a natureza e sociedade apresenta-se como o escopo para compreender as dimensões da complexidade definidora do atual modelo social e suas implicações socio-ambientais.
Assim, entende-se que, o trabalho pode ser considerado como o momento crucial da vida humana, o ponto de partida do processo de humanização. Contudo, a sociedade capitalista o transforma em trabalhador assalariado, alienado, produto do trabalho fetichizado. O que era uma finalidade central do ser social converte-se em meio de subsistência. O que deveria ser uma libertação torna-se uma necessidade. A força de trabalho é considerada mercadoria - ainda que especial - cuja finalidade é produzir novas mercadorias e valorizar o capital.
Por conseqüência natural, o trabalhador decai à situação de mera mercadoria, é coisificado, torna-se um ser estranho, um meio de sua existência individual à mercê do capital. O que deveria ser fonte de humanidade se converte em desrealização do ser social, alienação e estranhamento dos homens e mulheres que trabalham. Deste modo, o trabalhador não mais se satisfaz no trabalho, mas se degrada; não se reconhece, ao contrário, muitas vezes se desumaniza no trabalho.


Nesse sentido, percebe-se duas faces do trabalho. A que dignifica o homem, proporcionando-lhe realização e participação do projeto e realização do produto do seu trabalho. Como afirma Aristóteles, o trabalhador não é apenas a causa eficiente, ele participa também da destinação, da causa final do seu trabalho, além da escolha da causa material e formal. Sob esse prisma, o trabalho é uma atividade tipicamente humana, ou seja, o homem busca constantemente a perfeição, o trabalhador faz uso da sua razão.
            Por outro lado, tem-se a questão do trabalho que danifica o homem, ou seja, o trabalho que aliena o homem ou escraviza-o. O trabalhador perde o controle sobre o projeto do trabalho e sobre os seus benefícios: isto é alienação do trabalho, onde as tarefas, para o homem, tornam-se repetitivas e monótonas.

A mudança qualitativa produzida no trabalhador durante a experiência de trabalho se realiza através de um método intencional de organização social e política, que avança na produção de uma cultura do coletivo e da tendência à superação das relações alienadas no trabalho, fazendo com que os trabalhadores se reconheçam no processo do trabalho, no seu produto, como também no âmbito das relações sociais construídas. A potencialidade do trabalho se evidencia no processo de produção desta cultura, em oposição ao modo de reprodução social do capital que subordina o trabalhador à alienação e ao total descontrole da produção material e das decisões políticas.
A dialética do trabalho, o movimento da afirmação e da negação dos homens no constante processo de criação de individualidades e sociabilidades históricas que materializam a reprodução do ser social, não deve estar isolada da totalidade da práxis social. A cultura, a política, a ideologia, a ética são mediações fundamentais que marcam a historicidade da vida social e a relação existente entre indivíduo e gênero humano. Não se pode esquecer que estas mediações, assim como o trabalho, também estão determinadas por processos contraditórios, delimitando particularidades e complexidades no conjunto das relações sociais de uma época histórica.
O capital, na sua auto-valorização destrutiva, renova sua imposição como relação social hegemônica, que domina o conjunto das relações humanas. O mundo do trabalho, constantemente reorganizado em função da expansão dos valores de troca, da concentração de riqueza, de conhecimento e de poder, está marcado pela reprodução de relações sociais de violência, de alienação e desumanização. A barbárie intrínseca à lógica de reprodução do capital assume na atualidade a forma histórica de uma identidade incontestável, justificando os diversos níveis dos atos de violência que atravessam a sociedade como próprios da “natureza humana”.
A afirmação como a negação do trabalho é produzida pela práxis de sujeitos históricos concretos, criando assim uma cadeia temporal de alternativas, de escolhas e de determinações, que marcam tanto o processo de alienação, quanto de humanização dos homens.


REFERÊNCIA 
ANTUNES, Ricardo (Org.) A Dialética do Trabalho. Escritos de Marx e Engels. São Paulo: Expressão Popular. 2004.

INFORMÁTICA: O FUTURO DA PROFISSÃO

À medida que o ser humano passou a viver em grupos sociais maiores e mais complexos, teve a necessidade de armazenar e processar uma quantidade crescente de dados. Essa necessidade fez com que o intelecto humano criasse meios cada vez mais rápidos e eficientes para trabalhar com esses dados.
Com a revolução da sociedade humana e as conquistas tecnológicas, as formas encontradas para o armazenamento de dados foram ficando cada vez mais complexas e capazes de processar uma quantidade maior de informação. Assim, a humanidade partiu de engenhos simples chegando á atualidade com moderníssimos computadores, capazes de efetuar as mais variadas tarefas.
Nesse sentido, o presente trabalho objetiva analisar a situação do Profissional em Informática, profissional este, de suma importância cujo perfil vem mudando desde a abertura do mercado no início dos anos 90, onde sua atuação se baseava na montagem/instalação e configuração dos micros, sendo muito requisitado devido ao fato da escassez de técnicos especializados no mercado. 
Evolução da Informática e a Formação Profissional
Tendo em vista a existência de uma revolução na área de Tecnologia da Informática (TI), onde há novas soluções, produtos e equipamentos surgindo a cada dia, sendo necessário ao profissional atuante na área, uma atualização freqüente.
É notório que, o profissional da área de informática, tanto da parte de suporte/infra-estrutura, quanto da área de desenvolvimento/sistemas precisam estar preparados para esse competitivo e difícil mercado atual, que carece de mão de obra de qualidade.
Com o passar do tempo as redes locais nas empresas foram surgindo, os sistemas operacionais e softwares mais bem elaborados e os técnicos precisaram se adequar. Atualmente, existem as redes sem fio, programa de incentivo do governo que geraram uma venda de micros nunca vista no país e a popularização do sistema operacional Linux, com isso o técnico precisa novamente buscar atualização para se sobressair nesse mercado onde existe uma proliferação de "técnicos" formados através de fóruns de discussão e revistas do tipo "faça você mesmo".
            Segundo Vasconcelos (2010), os anos 70 denotam a pré-história dos microcomputadores, os anos 80 foram a idade média. Muita coisa precisava ser feita pelo próprio usuário. Por exemplo, comprava-se um micro sem software algum, e o usuário desenvolvia os programas necessários, e linguagem BASIC na maioria dos casos. A computação profissional já estava muito evoluída, baseada em mainframes. Mas na microinformática, muita coisa precisava ser feita. Os micros tipo PC eram caríssimos. A computação pessoal era baseada em micros mais simples, de uso doméstico, como MSX e similares. O técnico precisava ser um estudioso, para entender e resolver os problemas.
Infelizmente muitos basearam sua formação em estudos do tipo "aprendi na Internet", ao invés de usá-la como um complemento para divulgação de conhecimentos, macetes e notícias atualizadas. Existe deficiência de formação sólida. Portanto, cabe ao profissional de informática se especializar.
Quando se fala em Mercado de Trabalho, ser um "profissional de informática" é algo muito relativo e complexo, pois a informática abrange uma grande gama de setores, os quais exigem grande conhecimento e domínio de ferramentas só empregadas àquele setor. Na maioria das vezes, ter um diploma de curso superior ou até mesmo uma pós-graduação não significa que se tem o conhecimento completo da área em que se forma. Ao contrário, uma pessoa autodidata, que se mantém atualizada quanto às tendências de mercado e às novas tecnologias, possui igual ou maior conhecimento do que um profissional com vários anos de formação.
Regulamentação da Profissão e o Futuro do Profissional de Informática
Em 5 de março de 2008 foi aprovado parecer favorável ao projeto de lei que regulamenta o exercício das profissões de Analista de Sistemas e Técnico de Informática. Este projeto estava há alguns anos na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado Federal e seu parecer foi aprovado. A proposta agora será encaminhada à Comissão de Assuntos Sociais (CAS), na qual receberá decisão terminativa. As primeiras propostas neste sentido foram apresentadas em 2003.
O parecer excluiu da proposta a possibilidade de criação de conselhos federal e regional de informática, pois isto poderia dar margem ao projeto ser vetado pela Presidência da República. Os Analistas de Sistemas e Técnicos de Informática poderão optar pelo vínculo a algum conselho ou confederação já existente com o qual a profissão tenha pertinência.
De acordo com a proposta, a profissão de Técnico de Informática, o projeto determina a comprovação de diploma de ensino médio ou equivalente de curso técnico de Informática ou de Programação de Computadores. De acordo com o projeto esses diplomas devem ser expedidos por escolas oficiais ou reconhecidas.
Portanto, um dos maiores impactos deste projeto de lei é que, como em outras profissões regulamentadas, essas atividades acima citadas passam a ser exclusividade dos profissionais formalmente habilitados, o que é um ponto positivo, pois, como citado anteriormente, muitos se autodenominam técnicos sem ao menos fazer um curso, o que prejudica em muito aqueles que têm buscado preparo em órgãos competentes e reconhecidos.
No entanto, em 05 de novembro de 2008, por requisição do senador Jarbas Vasconcellos, o PLS 607/27 foi enviado à CCJ para ser discutido em Audiência Pública, ocorrida em 11 de novembro de 2008, e posteriormente votado pela Comissão.
Em 18 de agosto de 2009, o PLS foi aprovado pela CCJ nos termos do substitutivo do senador Marconi Perillo e então devolvido à CAS, onde recebeu uma emenda substitutiva do seu autor, senador Expedito Júnior, que procura, por meio desta emenda, restaurar sua proposta inicial, com a criação do conselho de profissão para a Área de Informática.
Em 02 de outubro de 2009, a senadora Lúcia Vânia propõe uma emenda ao PLS 607/2007 para modificar a alínea I do Art. 2º para: "I – os possuidores de diploma de nível superior em Análise de Sistemas, Engenharia de Software, Ciência da Computação ou Processamento de Dados, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas;".
O texto original do substitutivo do senador Marconi Perillo é: "I – os possuidores de diploma de nível superior em Análise de Sistemas, Ciência da Computação ou Processamento de Dados, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas;"; e o da emenda do senador Expedito Júnior é: "I – os possuidores de diploma de nível superior em Análise de Sistemas, Informática, Ciência ou Engenharia da Computação, Processamento de Dados e Sistemas ou Tecnologia da Informação, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas;".
Em 30 de outubro de 2009, o senador Expedito Júnior, autor do PLS 607/2007, foi declarado, por decisão judicial, impedido de exercer seu mandato no Senado.

Pode-se dizer que desde o início da Criação o homem vem evoluindo e nesse processo de evolução muitas coisas foram criadas. Como citado na introdução, os computadores e consequentemente o sistema de informações, foram criados em função da necessidade humana em organizar-se. Para tanto, fez-se necessário que para acompanhar esse avanço tecnológico o homem também avançasse intelectualmente. No que diz respeito à Técnica em Informática, hoje existem sites que fornecem informações onde os usuários dessa tecnologia podem tirar suas dúvidas e/ou até mesmo arriscar a manutenção de seu PC.
No entanto, deve-se levar em consideração que os verdadeiros Profissionais de Informática, estão se capacitando e buscando estarem cada vez mais informados sobre as novidades do mercado de Tecnologia de Informação, para que assim, possa-se oferecer um serviço de qualidade e garantia.
Necessário é que as autoridades observem essa situação e permitam que esses profissionais tenham seu lugar reconhecido e que os “autodidatas” também busquem sua qualificação.

REFERÊNCIAS
ATLAS Interligado. São Paulo: Didática Paulista, 2004.

BIGONHA, Roberto da Silva. Regulamentação Da Profissão De Informática. Disponível em: <http://homepages.dcc.ufmg.br/~bigonha/Sbc/plsbc.html.> Acesso em 12 abril 2010.


VASCONCELOS, L. Consertando Micros. 2. ed. Rio de Janeiro: Laércio Vasconcelos Computação, 2010. 491 p.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

REFLEXÃO

Imagine que é uma típica tarde de sexta - feira e você está 
dirigindo em direção à sua casa.Você sintoniza o rádio. O noticiário está falando de coisas de pouca importância. 
Você ouve que numa cidadezinha distante morreram 3 pessoas de uma gripe, até então, totalmente desconhecida.  Na segunda-feira, quando acorda, escuta que já não são 3, mas 30.000, as pessoas mortas pela tal gripe, nas colinas remotas da Índia.
Começa o pânico na Europa. As informações dizem que, quando você contrai o vírus, é questão de uma semana de vida. Em seguida, as pessoas têm 4 dias de sintomas horríveis e morrem. 
 De repente, vem a notícia esperada: conseguiram decifrar o código de DNA do vírus. É possível fabricar o antídoto! É preciso, para isso, conseguir sangue de alguém que não tenha sido infectado pelo vírus. 
 Corre por todo o mundo, a notícia de que as pessoas devem ir aos hospitais fazer análise de seu sangue e doar para a fabricação do antídoto. 
Você vai de voluntário com toda sua família, juntamente com alguns vizinhos, perguntando-se, o que acontecerá. Será este o final do mundo? De repente, o médico sai gritando um nome que leu em seu caderno. O menor dos seus filhos está ao seu lado, se agarra na sua jaqueta, e lhe diz:
    Pai? Esse é meu nome! 
E antes que você possa raciocinar, estão levando seu filho, e você grita: 
"Esperem!" 
E eles respondem: 
"Tudo está bem! O sangue dele está limpo, e é sangue puro. 
Achamos que ele tem o sangue que precisamos para o antídoto." 
Depois de 5 longos minutos, saem os médicos chorando e rindo ao mesmo tempo. 
E é a primeira vez que você vê alguém rindo em uma semana.-"Posso falar-lhes um momento? Não sabíamos que o doador seria uma criança e precisamos que o senhor assine uma autorização para usarmos o sangue de seu filho."  
  Quando você está lendo, percebe que não colocaram a quantidade de sangue que vão usar, e pergunta: 
"Mas, qual a quantidade de sangue que vão usar?" 
O sorriso do médico desaparece e ele responde: 
- "Não pensávamos que fosse uma criança. Não estávamos preparados...Precisamos de todo o sangue de seu filho..."Você não pode acreditar no que ouve e trata de contestar:"Mas...mas..." 
O médico insiste: 
-"O senhor não compreende? Estamos falando da cura para o mundo inteiro! Por favor, assine! Nós precisamos de todo o sangue!" 
Você, então, pergunta:-"Mas vocês não podem fazer-lhe uma transfusão?"E vem a resposta:"Se tivéssemos sangue puro, poderíamos. Assine! Por favor, assine!” Em silêncio, e sem ao menos poder sentir a caneta na mão, você assina. 
Perguntam-lhe: -"Quer ver seu filho agora?" 
Ele caminha na direção da sala de emergência onde se encontra seu filho, que está sentado na cama, e ele diz: -"Papai!? Mamãe!? O que está acontecendo?" 
O pai segura na mão dele e fala: -"Filho, sua mãe e eu lhe amamos muito e jamais permitiríamos que lhe acontecesse algo que não fosse necessário, você entende?” O médico regressa e diz:-"Sinto muito senhor, precisamos começar, gente do mundo inteiro está morrendo, o senhor pode sair?" 
Nisso, seu filho pergunta: -"Papai? Mamãe? Por que vocês estão me abandonando?" 
E na semana seguinte, quando fazem uma cerimônia para honrar o seu filho, algumas pessoas ficam em casa dormindo, e outras não vêm, porque preferem fazer um passeio ou assistir um jogo de futebol na TV.  

 E outras veêm, mas como se realmente não estivessem se importando. Aí você tem vontade de parar e gritar: 
- MEU FILHO MORREU POR VOCÊS!!! NÃO SE IMPORTAM COM ISSO? 
Talvez isso é o que DEUS nos quer dizer: 
-MEU FILHO MORREU POR VOCÊS!!! NÃO SABEM O QUANTO EU OS AMO?

Desconheço a autoria

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

O que é Metodologia

        A Metodologia é a explicação minuciosa, detalhada, rigorosa e exata de toda ação desenvolvida no método(caminho) do trabalho de pesquisa. 

        É a explicação do tipo de pesquisa, do instrumental utilizado (questionário, entrevista etc), do tempo previsto, da equipe de pesquisadores e da divisão do trabalho, das formas de tabulação e tratamento dos dados, enfim, de tudo aquilo que se utilizou no trabalho de pesquisa.
         -Cronograma
        O Cronograma é a previsão de tempo que será gasto na realização do trabalho de acordo com as atividades a serem cumpridas. As atividades e os períodos serão definidos a partir das características de cada pesquisa e dos critérios determinados pelo autor do trabalho.
        Os períodos podem estar divididos em dias, semanas, quinzenas, meses, bimestres, trimestres etc.. Estes serão determinados a partir dos critérios de tempo adotados por cada pesquisador.
     Exemplo:
ATIVIDADES     /     PERÍODOS12345678910
1Levantamento de literaturaX
2Montagem do ProjetoX
3Coleta de dadosXXX
4Tratamento dos dadosXXXX
5Elaboração do Relatório FinalXXX
6Revisão do textoX
7Entrega do trabalhoX
          - Recursos
        Normalmente as monografias, as dissertações e as teses acadêmicas não necessitam que sejam expressos os recursos financeiros. Os recursos só serão incluídos quando o Projeto for apresentado para uma instituição financiadora de Projetos de Pesquisa.
        Os recursos financeiros podem estar divididos em Material Permanente, Material de Consumo e Pessoal, sendo que esta divisão vai ser definida a partir dos critérios de organização de cada um ou das exigências da instituição onde está sendo apresentado o Projeto.
                   - Material permanente
             São aqueles materiais que têm uma durabilidade prolongada. Normalmente é definido como bens duráveis que não são consumidos durante a realização da pesquisa.
             Podem ser: geladeiras, ar refrigerado, computadores, impressoras etc.
     Exemplo:
ITEMCUSTO (R$)   
Computador1.700,00
Impressora500,00
Scanner400,00
Mesa para o computador300,00
Cadeira para a mesa200,00
TOTAL:3.100,00
            - Material de Consumo
             São aqueles materiais que não têm uma durabilidade prolongada. Normalmente é definido como bens que são consumidos durante a realização da pesquisa.
             Podem ser: papel, tinta para impressora, gasolina, material de limpeza, caneta etc.
     Exemplo:
ITEMCUSTO (R$)   
10 caixas de disquete para computador100,00
10 resmas de papel tipo A4200,00
10 cartuchos de tinta para impressora650,00
TOTAL:950,00
           - Pessoal
             É a relação de pagamento com pessoal, incluindo despesas com impostos.
     Exemplo:
ITEMCUSTO MENSAL (R$)  CUSTO TOTAL (R$)
(10 meses)
1 estagiário pesquisador500,005.000,00
1 datilógrafo200,002.000,00
1 revisor2.000,00
Impostos incidentes (hipotético)4.000,00
TOTAL:700,0013.000,00
         - Anexos
        Este item também só é incluído caso haja necessidade de juntar ao Projeto algum documento que venha dar algum tipo de esclarecimento ao texto. A inclusão, ou não, fica a critério do autor da pesquisa.
          - Referências
        As referências dos documentos consultados para a elaboração do Projeto é um item obrigatório. Nela normalmente constam os documentos e qualquer fonte de informação consultados no Levantamento de Literatura.
        Exemplos para elaboração das Referências, segundo as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT para elaboração das Referências estão expressas no Anexo 1 deste trabalho.
           - Glossário
        São as palavras de uso restrito ao trabalho de pesquisa ou pouco conhecidas pelo virtual leitor, acompanhadas de definição.
        Também não é um item obrigatório. Sua inclusão fica a critério do autor da pesquisa, caso haja necessidade de explicar termos que possam gerar equívocos de interpretação por parte do leitor.
        - Esquema do Trabalho
        Concluído o Projeto, o pesquisador elaborará um Esquema do Trabalho que é uma espécie de esboço daquilo que ele pretende inserir no seu Relatório Final da pesquisa. O Esquema do Trabalho guia o pesquisador na elaboração do texto final. Por se tratar de um esboço este Esquema pode ser totalmente alterado durante o desenvolvimento do trabalho. Quando conseguimos dividir o tema genérico em pequenas partes, ou itens, poderemos redigir sobre cada uma das partes, facilitando significativamente o desenvolvimento do texto.
        Depois de concluída a pesquisa, este Esquema irá se tornar o Sumário do trabalho final.

     Exemplo:

Título: Educação da Mulher: a perpetuação da injustiça

     1 INTRODUÇÃO

     2 HISTÓRICO DO PAPEL DA MULHER NA SOCIEDADE

     3 O PODER DA RELIGIÃO
        3.1 O mito de Lilith/Eva
        3.2 O mito da Virgem Maria

     4 O PROCESSO DE EDUCAÇÃO

     5 O PAPEL DA MULHER NA FAMÍLIA
        5.1 A questão da maternidade
        5.2 Direitos e deveres
        5.3 A moral da família
        5.4 Casamento: um bom negócio
        5.5 A violência

     6 UM CAPÍTULO MASCULINO

     7 CONSIDERAÇÕES FINAIS


 - Resumindo...
Um Projeto de pesquisa, então deveria ter as seguintes características:
     1 - Introdução (obrigatório)
     2 - Levantamento de Literatura (obrigatório)
     3 - Problema (obrigatório)
     4 - Hipótese (obrigatório)
     5 - Objetivos (obrigatório)
     6 - Justificativa (obrigatório)
     7 - Metodologia (obrigatório)
     8 - Cronograma (se achar necessário)
     9 - Recursos (se achar necessário)
     10 - Anexos (se achar necessário)
     11 - Referências (obrigatório)
     12 - Glossário (se achar necessário)

Observação: O documento final do Projeto de Pesquisa deve conter:
     - Capa ou Falsa Folha de Rosto (obrigatório);
     - Folha de Rosto (obrigatório);
     - Sumário (obrigatório);
     - Texto do projeto (baseado nas características enunciadas acima) (obrigatório);
     - Referências (obrigatório);
     - Capa (se quiser). 


A DESONERAÇÃO TRIBUTÁRIA DA FOLHA DE PAGAMENTO

   A desoneração tributária da folha de pagamento (COFINS, PIS-pasep, salário-educação e CSLL) pode, por um lado, estimular a produção/renda...